Poucas decisões de arquitetura geram tanto debate como a de monólito face a microsserviços. E poucas são tomadas de forma tão errada: muitas empresas adotam microsserviços porque soa moderno, não porque o seu problema o exija.
A verdade incómoda é que a maioria dos produtos começa melhor com um monólito bem desenhado.


Um monólito modular e ordenado é mais fácil de desenvolver, implementar e depurar. Para a maioria das startups e produtos nas suas fases iniciais, é a opção mais eficiente: menos infraestrutura, menos pontos de falha e mais velocidade.
Os microsserviços resolvem problemas concretos. Considere migrar quando surgirem estes sinais:
Migrar tem um preço: latência de rede entre serviços, complexidade operacional, observabilidade distribuída e consistência de dados. Se não dispuser de práticas sólidas de DevOps, os microsserviços podem multiplicar os seus problemas em vez de os resolver.
A nossa recomendação: comece monolítico, mantenha limites claros entre módulos e extraia serviços apenas quando a dor o justificar. A arquitetura deve seguir o negócio, e não o contrário.
Não migre para microsserviços para resolver um problema que ainda não tem. A complexidade prematura custa mais do que qualquer monólito.
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